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Quinito voltou. À maneira dele

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HISTÓRICO. Joaquim Lucas Duro de Jesus - vulgo “Quinito” - foi treinador de mais de uma dezena de clubes portugueses, antes de se ter retirado do futebol, em 2009/10

RUI DUARTE SILVA

Há sete anos, quando o filho morreu, Quinito afastou-se do futebol, depois de uma carreira de quase três décadas. Terça-feira, foi homenageado no Fórum de Treinador, depois da transmissão de uma reportagem da SportTV, na semana passada, que recordou a carreira do “velho Quinas”. O Expresso pediu a Jaime Cravo, jornalista da SportTV responsável pelo ReporTv, que escrevesse sobre o homem que um dia chegou a uma final da Taça de Portugal vestido de “smoking”

Jaime Cravo

Antes de nos encontrarmos com Quinito numa esplanada de Setúbal, eu e o Tiago Moreira, um dos repórteres de imagem do ReporTv, já tínhamos passado horas agarrados ao telefone (obrigado, Rui Malheiro), já tínhamos rolado centenas de quilómetros na estrada e já tínhamos feito todo o trabalho no terreno. As entrevistas já tinham sido gravadas e a estrutura do programa já estava pensada há muito.

Antes de nos encontrarmos com Quinito, a equipa do ReporTv tinha uma certeza: mesmo que “Quinas” não estivesse disponível para falar, a grande reportagem iria para a frente pela voz dos antigos “meninos”, hoje treinadores na primeira e segunda ligas. Foi assim, com a certeza que era preciso dar luz à escuridão de Quinito, que partimos para o encontro com um dos homens mais marcantes do futebol português.

No início da conversa, tudo ficou muito claro: “É pá… fazes-me lembrar tanto o meu filho”. Estávamos sentados há poucos minutos, a beber um café. Eu, o repórter de imagem Raul Losada, o amigo José Rocha e Quinito. Não o mágico “Quinas” que tive oportunidade de conhecer quando era director desportivo do Vitória de Setúbal. À nossa frente estava outro homem.

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  • “Passo uma situação difícil”: o incrível depoimento de Quinito

    Quinito foi esta terça-feira um dos homenageados pela Associação Nacional de Treinadores de Futebol, num momento de grande emoção em que assumiu estar a tentar ultrapassar o “divórcio com o futebol” provocado pela morte do filho em 2009, num acidente de viação. O antigo técnico do FC Porto assume um “sentimento de culpa”