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Um dia difícil para a CDU

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Para já, Berlim mantém a política de acolhimento de refugiados. A CDU saiu enfraquecida das eleições deste domingo, mas a política de refugiados da chanceler recebeu o apoio dos social-democratas e dos verdes. O espetacular resultado dos populistas da AfD resultou em muito da captação dos votos dos novos eleitores

Cristina Peres

Cristina Peres

Jornalista de Internacional

A perda de votos para os social-democratas e para os verdes por parte da coligação que lidera o Governo alemão há dez anos - a CDU/CSU - deve ser lida como um aviso dos seus eleitores tradicionais. Por outro lado, o espetacular resultado dos populistas da Alternativa para a Alemanha (AfD) deixou clara a vulnerabilidade e a sensibilidade de boa percentagem de alemães à xenofobia, em particular no leste do país.

A atitude da chanceler na conferência de imprensa da CDU desta segunda-feira deixou claro que não hesita em manter as políticas em que acredita: sim, a política de acolhimento aos refugiados vai prosseguir; não, não será anunciado um limite ao número de pessoas que poderão requerer asilo na Alemanha. Porém, há regras, nem todos têm condições de aceder ao estatuto e a chanceler promete que serão deportados todos os que não aceitarem as regras do país.

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