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Trapos, bonecos, cestas de palha e desenhos

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ALÉM dos desfiles há um espaço dedicado aos artesãos urbanos

Moda Lisboa costuma ser sinónimo de desfiles. São os três dias, de seis em seis meses, em que se apresentam as tendências da estação seguinte. Mas há mais moda do que a que os estilistas apresentam

A cada seis meses, o cenário repete-se. No Páteo da Galé, mesmo em frente ao edifício principal da Câmara Municipal de Lisboa, é um frenesim de criadores, empresários da indústria têxtil, jornalistas da especialidade, alunos de cursos de estilismo e curiosos, para verem as tendências que vão ditar a estação seguinte.

As coleções de estilistas nacionais (e um ou dois convidados internacionais) ocupam as atenções principais, é certo. Nesta edição, a 46ª, os holofotes estão colocados nas criações de Nuno Gama (esta sexta-feira à noite), Christophe Sauvat, Pedro Pedro, Carlos Gil e Miguel Vieira (sábado) e SayMyName, Filipe Faísca, Dino Alves e Luís Carvalho (domingo).

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