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Carlos Costa: “É importante que haja um consenso nacional sobre a sustentabilidade da dívida pública”

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luís barra

Neste excerto da longa entrevista concedida ao Expresso, e que é publicada este sábado na Revista E, Carlos Costa fala das contas públicas e da sua sustentabilidade, da dívida pública, da situação na banca. E faz uma confissão: “Sinto a mesma frustração de um polícia que chega atrasado ao local do homicídio”

Ricardo Costa

Ricardo Costa

Diretor de Informação da SIC

João Vieira Pereira

João Vieira Pereira

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Luís Barra

Luís Barra

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Depois de anos de silêncio, e debaixo de fortes críticas, o Governador do Banco de Portugal, Carlos Costa, decidiu falar ao Expresso. A versão integral é publicada esta sábado na Revista E, mas avançamos com um excerto na edição desta sexta-feira do Expresso Diário

Partilha as críticas que têm sido feitas a nível europeu ao Orçamento do Estado português?
Em setembro de 2010, eu tomei a iniciativa de propor a criação do Conselho de Finanças Públicas. Fomos do primeiros países a tê-lo, hoje é a regra para todos os países europeus. Fui criticado, torpedeado de diversas formas sobre essa ideia. Hoje existe e funciona. E essa é uma matéria que é reservada ao Conselho de Finanças Públicas exatamente porque não é nem deve ser uma matéria da responsabilidade do banco central. Um banco central só se deve pronunciar sobre políticas que ponham em causa os seus dois grandes objetivos: estabilidade monetária e estabilidade financeira. E as políticas só afetam a estabilidade monetária e a estabilidade financeira quando geram ou bolhas especulativas ou geram trajetórias insustentáveis de endividamento.

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