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FPF começa revolução no futebol feminino

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DÁ CÁ MAIS 242. O número de jogadoras de futebol federadas em Portugal aumentou no último ano, apesar de ainda ser inferior à média europeia

FILIPE FARINHA/LUSA

Federação Portuguesa de Futebol enviou esta semana aos 18 clubes da Liga NOS convites para abrirem equipas de futebol feminino na próxima época. Benfica, FC Porto e Sporting estão a analisar; Sporting de Braga já aceitou, diz o presidente

Joseph Blatter. Ainda se lembra dele? Está suspenso do futebol desde o ano passado, por corrupção, mas no mundo do futebol feminino já tinha sido riscado há muito. Nomeadamente em 2004, quando se saiu com uma pérola que arrepiou até as mulheres (e homens) menos feministas: “As jogadoras de futebol deviam jogar com equipamentos mais femininos, como no voleibol. Podiam, por exemplo, ter calções curtos. As jogadoras são bonitas, desculpem-me que vos diga.”

Doze anos depois, Blatter já foi desculpado, porque o desenvolvimento do futebol feminino tem sido constante e não meteu equipamentos mais justos à mistura: o número de jogadoras na Europa cresceu cinco vezes desde 1985 e está atualmente em 1.208.558, cerca de 0,3% da população europeia do sexo feminino. Alemanha, Inglaterra, Suécia, Noruega e Dinamarca são alguns dos países que, para além de mais de 60 mil federadas, têm campeonatos profissionais femininos.

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