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Isabel dos Santos e Caixabank negoceiam solução para o BPI em Angola e Portugal

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NEGOCIAÇÃO. Isabel dos Santos e o presidente do Caixabank, Gonzalo Cortazar

FOTOS RUI DUARTE SILVA E REUTERS

Imbróglio no BPI mais próximo de uma solução. A aproximação do fim do prazo para reduzir a exposição do BPI a Angola e a consolidação do sector em Portugal pressiona os acionistas e obriga Isabel dos Santos e os espanhóis Caixabank a negociar uma solução. Em cima da mesa está um acordo global para permitir aos espanhóis reforçar em Portugal e reduzir exposição a Angola. Governo está a acompanhar o dossiê e pode ajudar com a alteração da lei para fazer cair blindagem

Está mais perto do fim uma solução de entendimento entre os dois maiores acionistas do BPI, o banco espanhol CaixaBank e a angolana Isabel dos Santos, há mais de um ano em desacordo e cada vez mais pressionados a entenderem-se. A Santoro, de Isabel dos Santos, votou em 2015 contra a Oferta Pública de Aquisição (OPA) do grupo catalão. E o CaixaBank torceu o nariz à proposta informal de fusão entre o BPI e o BCP feita pela empresária angolana, e ficou do lado do conselho de administração na recusa da oferta da Unitel para compra de 10% do Banco de Fomento de Angola (BFA).

Pressionados pelo prazo imposto pelo Banco Central Europeu para que o BPI reduza a sua exposição ao BFA, os acionista do banco liderado por Fernando Ulrich viram-se obrigados a sentar-se à mesa para acertar posições. Esta quarta-feira a existência de novas conversações foi noticiada pela Bloomberg e levou à suspensão das ações do BPI em Bolsa.

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