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Todos contra Trump (Trump contra todos?)

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Com votações nas primárias em 13 estados, esta terça-feira, o modo como Donald Trump tem sido descrito pelos meios de comunicação (principalmente europeus) poderá mudar. De delírio e fantasia, Trump bem pode passar a candidato (demasiado) bem posicionado para correr pelos republicanos à Casa Branca

Cristina Peres

Cristina Peres

Jornalista de Internacional

d.r.

Loucura - O agitador da América Donald Trump” é o título da capa da mais recente edição da revista alemã “Der Spiegel” por baixo da cara do candidato republicano à Casa Branca. “A sério?”, pergunta o título da versão norte-americana desta semana da revista “The Economist”, uma linha sobre a foto de Trump vestido de Uncle Sam. Lá dentro, a página 6 exibe o tradicional cartoon de Kal com um gigantesco elefante (símbolo dos republicanos) de franja retumbante a esmagar o edifício da sede do partido. “Como está o partido a andar?”, pergunta um elefante, “Esmagadoramente”, responde um segundo...

Esta terça-feira é a Superterça-feira, o dia em que 13 estados e a Samoa Americana votam nas primárias à Casa Branca, distribuindo 1460 delegados (865 democratas e 595 republicanos). Os resultados não são definitivos, mas indicam normalmente quais são os candidatos que acabarão por representar os dois principais partidos - democratas e republicanos - nas presidenciais de novembro. Ou seja, quem vencer “ganhará um balanço importante para a vitória”, como disse ao Expresso o professor de ciência política Joel Aberbach.

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