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O dia em que o líder da CGTP mudou de discurso

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MUDANÇA. O secretário-geral da CGTP na sessão de encerramento do XIII Congresso da central sindical

MÁRIO CRUZ/LUSA

Arménio Carlos prometeu uma central sindical reivindicativa “não para destruir, mas para construir”. Os tempos mudaram e o discurso do líder também. A Intersindical assume que, com um Governo apoiado pela esquerda, terá uma intervenção diferente da usada contra PSD e CDS

“Ser reivindicativo é o princípio fundamental de qualquer sindicato”, disse o líder da Confederação Geral dos Trabalhadores Portugueses-Intersindical (CGTP-IN), Arménio Carlos. O discurso de encerramento do XIII Congresso da maior central sindical do país trouxe novidades. Pelo menos, no tom usado para falar do Governo. A Intersindical não desiste da luta, mas deixou agora bem claro que não bate em todos os adversários da mesma forma.

Agora, com os socialistas no poder apoiados pelo Bloco de Esquerda e pelo PCP, é tempo de mudar as agulhas: “Vamos ser reivindicativos, não para destruir, mas para construir e evitar que a direita chegue ao poder.”

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