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Para onde vais, Europa?

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MIGUEL LOPES/LUSA

O texto do filósofo Eduardo Lourenço “Quo vadis Europa” serviu de introdução a um debate sobre os destinos da União e onde se falou não só do desafio islâmico como do espetro da desintegração e dos perigos do Brexit. À mesa, além do filósofo, Paulo Pitta e Cunha e Eduardo Paz Ferreira. O tema eram “Olhares sobre a União Europeia”

Luísa Meireles

Luísa Meireles

Redatora Principal

Talvez tenha sido um sonho mal sonhado sonhar uma Europa unida. Se calhar a Europa não precisa de ir para lado nenhum, nem ter outro estatuto histórico político e ideológico. Aqui se forjou o mundo moderno e a modernidade do mundo. Não precisamos que ninguém nos salve, precisamos de nos salvar nós mesmos. Já não é pouco. Não estamos à venda”.

Foi com a leitura deste extrato do texto de Eduardo Lourenço que arrancou o debate na Gulbenkian, cujo pretexto foram os festejos dos 30 anos de adesão de Portugal à União Europeia. Mas o cerne da conversa foi mesmo a crise europeia e os perigos de desintegração que pairam sobre a União, confrontada “com um desafio de tipo verdadeiramente novo e estranho”, como disse o próprio filósofo: “é como se de repente fossemos transportados para outra época, para 1000 anos atrás”.

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