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Partir a loiça da discriminação

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Fabrizio Bensch/Reuters

Foi a partir sapos de loiça, num gesto de sugestão política contra o preconceito em relação aos ciganos, que Leonor Teles se tornou na mais jovem cineasta a ganhar um Urso de Ouro

Num tempo antes de haver pessoas e de elas dominarem o mundo, conta-nos uma voz masculina no início da curta-metragem “Balada de um Batráquio”, animais e plantas participaram com alegria numa festa para a qual só o sapo, por ser muito feio, não foi convidado.

Mas o sapo decidiu aparecer, tentando em vão encontrar parceiro enquanto todos faziam pouco dele, chamando-lhe medonho. Foi então que o sapo decidiu vingar-se – e o mundo, depois dessa vingança, nunca mais foi o mesmo.

Assim começa “Balada de Um Batráquio”, a nova curta de Leonor Teles, uma jovem cineasta, natural de Vila Franca de Xira, que ainda há pouco tempo saiu da universidade.

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