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Quando um Papa fala em preservativo...

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reuteres

.. é sempre notícia de primeira página. Mas, na verdade, nunca trouxe qualquer novidade teológica. Com João Paulo II, Bento XVI e, agora, com Francisco o Vaticano falou diretamente do assunto. Sem que nunca mudasse uma vírgula na doutrina

Papa” e “preservativo”. As duas palavras juntas, é certo e sabido, que dão direito a explosão e que fazem sempre correr muita tinta. Foi assim com João Paulo II, com Bento XVI e agora com o Papa Francisco. As notícias falaram de “grande retrocesso” ou de “revolução” na doutrina católica, conforme o ano, o Sumo Pontífice, ou o local em que a frase era proferida. E, de facto, é assim há quase trinta anos. Como é assim que, apesar de todos os anúncios de uma mudança doutrinal, se mantém inalterada a posição oficial da Igreja sobre o assunto. Que, na verdade, é e continua a ser essencialmente contra a utilização do preservativo.

O Catecismo da Igreja Católica não deixa margens para dúvidas. “É intrinsecamente má qualquer ação que, quer em previsão do ato conjugal, quer durante a sua realização, quer no desenrolar das suas consequências naturais, se proponha como fim ou como meio tornar impossível a procriação”.

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