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Maioria dos portugueses não acredita no Orçamento

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Mais de metade dos portugueses desconfiam das contas de Mário Centeno. E são poucos mais os que admitem que o OE 2016 traduz um virar de página da austeridade do que aqueles que acham exatamente o contrário

Cristina Figueiredo

Cristina Figueiredo

Jornalista da secção Política

Cautela e caldos de galinha cada um toma o que quer, diz o ditado. E no que respeita às expectativas sobre o Orçamento do Estado, os portugueses, já escaldados a este respeito, preferem mesmo esperar para ver. Mais de metade dos inquiridos (55%) na sondagem de fevereiro da Eurosondagem para o Expresso e a SIC dizem não acreditar nas contas deste Orçamento, contra apenas 33% que fazem fé na aritmética de Mário Centeno.

A prudência prossegue na apreciação qualitativa do documento. As opiniões dividem-se no que respeita à opinião sobre se o OE traduz um virar de página da austeridade: são quase tantos os que respondem que sim (43,8%) quantos os que respondem que não (42,9%).

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Ficha técnica

Estudo de Opinião efetuado pela Eurosondagem S.A. para o Expresso e SIC, de 4 a 10 de Fevereiro de 2016. Entrevistas telefónicas, realizadas por entrevistadores selecionados e supervisionados. O Universo é a população com 18 anos ou mais, residente em Portugal Continental e habitando em lares com telefone da rede fixa. A amostra foi estratificada por Região (Norte – 20,8%; A.M. do Porto – 14,7%; Centro - 28,0%; A.M. de Lisboa – 26,5%; Sul – 10,0%), num total de 1.010 entrevistas validadas. Foram efetuadas 1.268 tentativas de entrevistas e, destas, 258 (20,3%) não aceitaram colaborar Estudo de Opinião. A escolha do lar foi aleatória nas listas telefónicas e o entrevistado, em cada agregado familiar, o elemento que fez anos há menos tempo, e desta forma aleatória resultou, em termos de sexo, (Feminino – 52,0%; Masculino – 48,0%) e, no que concerne à faixa etária, (dos 18 aos 30 anos – 18,8%; dos 31 aos 59 – 50,5%; com 60 anos ou mais – 30,7%). O erro máximo da Amostra é de 3,08%, para um grau de probabilidade de 95,0%. Um exemplar deste Estudo de Opinião está depositado na Entidade Reguladora para a Comunicação Social.