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Este Ferrari vai dos 0 aos 100 em 14 jogos

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OBRIGADO, OBRIGADO. Desde que Renato Sanches agarrou a titularidade, o meio-campo do Benfica melhorou substancialmente

HUGO DELGADO/LUSA

Os primeiros oito jogos do Benfica na Liga foram de curvas e contracurvas: derrota com Arouca, derrota com FC Porto, derrota com Sporting. A partir daí, o Ferrari encarnado entrou na autoestrada: em 42 pontos possíveis fez 40 e recuperou a liderança (com os mesmos pontos do Sporting). Mas esta sexta-feira há mais uma curva perigosa, com uma equipa que também está bem diferente: FC Porto (20h30, BTV1)

Mariana Cabral (texto), Tiago Pereira Santos (infografias)

Quando um mecânico habituado a calhambeques apanha um Ferrari pela frente, o mais certo é elogiá-lo como o carro potentíssimo que é. Foi o que fez Rui Vitória em março de 2013, na antevisão de um Vitória de Guimarães-Benfica. “O Benfica é um Ferrari afinadinho”, disse o (ex) treinador do Guimarães. Jorge Jesus, então no Benfica, respondeu com pinta de condutor com o braço de fora da janela: “Do ponto de vista da cor é verdade. O resto já não consigo ter certeza absoluta. Para isso é preciso ter boas peças, muitos cavalos de potência. Mas há quem consiga transformar peças pequenas em peças grandes. A diferença está aí”.

Dois anos e meio depois daquele jogo que acabou 0-4, o condutor deixou de ter carta para o Ferrari e o ávido mecânico pegou nele. Mas teve de ouvir um aviso (bom, vários, mas os outros agora não interessam para o caso) do ex-condutor: “Vamos ver se aquele Ferrari continua. Quando conduzes um Ferrari, tens de ter andamento para ele”.

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