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Governo muda avaliação polémica dos centros de investigação e quer recuperar confiança dos cientistas

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TRANSPARÊNCIA. Paulo Ferrão, o novo presidente da Fundação para a Ciência e a Tecnologia (FCT), defende um sistema de financiamento dos centros de investigação “baseado em avaliação transparente, de qualidade, com regras e práticas conhecidas”

tiago miranda

Ministro da Ciência dá posse ao novo presidente da Fundação para a Ciência e a Tecnologia, Paulo Ferrão, e apresenta Carta de Princípios no Parlamento que muda tudo na FCT

Virgílio Azevedo

Virgílio Azevedo

Redator Principal

Processos de avaliação exigentes dos centros de investigação, cumprindo padrões internacionais e “respeitando regras claras e transparentes reconhecidas pela comunidade científica e credibilizando a prática da avaliação científica independente”, é uma das principais orientações da Carta de Princípios da Fundação para a Ciência e a Tecnologia (FCT).

O documento foi divulgado hoje por Manuel Heitor, ministro da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, na tomada de posse no Teatro Thalia, em Lisboa, do novo Conselho Diretivo da FCT, a principal agência pública de apoio à investigação científica feita em Portugal, que passará a ser presidida por Paulo Ferrão, professor catedrático do Instituto Superior Técnico e diretor nacional do Programa MIT–Portugal desde 2006. Este programa é uma parceria na área dos sistemas de engenharia entre várias universidades portuguesas e o Massachusetts Institute of Technology (EUA).

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