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Eutanásia, morte assistida, distanásia: de que é que estamos a falar?

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josé carlos carvalho

A legalização da morte assistida entrou em fase de discussão na opinião pública muito antes de chegar ao Parlamento, onde o Bloco de Esquerda quer apresentar, durante esta legislatura, uma proposta de lei nesse sentido. Depois da publicação do manifesto “Direito a Morrer com dignidade”, no passado sábado, é tempo de perceber os conceitos que provocam posições tão extremadas entre a aceitação absoluta e a recusa inabalável

Numa matéria pouco dada a consensos até os conceitos têm dificuldade em manter a isenção, apropriados e moldados pelas partes da disputa em função dos valores defendidos, mais ou menos extremados. Morte assistida, eutanásia, testamento vital, distanásia, suicídio e homicídio misturam-se numa discussão que baralha lei, ética, religião, deontologia e medicina.

Depois da publicação, no sábado, de um manifesto em defesa da despenalização da morte assistida, assinado por 112 personalidades nacionais, o tema voltou à opinião pública, e as dúvidas também. Eis do que se fala quando se fala de morrer sem culpas para quem mata.

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  • Direito a morrer com dignidade

    O Expresso publica este sábado um manifesto em defesa da despenalização da morte assistida, assinado por 112 personalidades das mais variadas áreas da sociedade, incluindo atuais ou ex-titulares de cargos políticos como João Semedo, Paula Teixeira da Cruz, Rui Rio, Alexandre Quintanilha, Pacheco Pereira ou Mariana Mortágua. A morte assistida consiste no ato de, em resposta a um pedido do próprio, antecipar ou abreviar a morte de doentes em grande sofrimento e sem esperança de cura