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“Lisboa é a cidade onde toda a gente quer estar”

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REVOLUÇÃO. Carlos Urroz acredita que é preciso dar “mais força e vida” ao universo artístico português

d.r.

Pela primeira vez em 35 anos, a Feira internacional de Arte Contemporânea - ARCO - sai de Espanha e escolhe Portugal para se expandir. Vai ser em maio entre os dias 26 e 29. Falámos com Carlos Urroz, o diretor da feira, que nos conta tudo sobre a ARCO Lisboa

Foi subdiretor da ARCO Madrid entre 1994 e 1996. Voltou à maior feira de arte espanhola para a dirigir em 2011 e ainda não se foi embora, nem quer. Carlos Urroz está completamente envolvido na expansão da ARCO que vai trazer a Lisboa e instalar na Cordoaria Nacional. O fluxo turístico na capital portuguesa e a fixação de muitos estrangeiros com grandes capacidades financeiras ajudaram à escolha. Mas o panorama artístico nacional, muito diversificado, também pesa imenso na balança.

Como está hoje o mundo da arte comparado com os anos 90, quando começou a trabalhar?
Há mais profissionais, há mais comissários, há mais colecionadores mas, por outro lado, há muito mais competição, o mundo é maior, apareceu todo um universo novo com os países emergentes, que nos ensinaram muitas coisas. Falo da China e toda a Ásia.

É mais difícil ser artista hoje?
É mais difícil ter sucesso como artista.

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