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Quer um filho mais atento ao mundo? Dê-lhe livros

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Com a VII edição da Bienal Internacional de Ilustração para a Infância (Ilustrarte) a decorrer no Museu da Eletricidade, em Lisboa, o Expresso falou com especialistas na matéria, que explicam a importância do livro ilustrado, “a primeira galeria de arte que uma criança vê”, mas não só

TENDÊNCIAS. A anulação da cor é uma das vertentes atuais da ilustração infantil, aqui bem patente num trabalho da belga Ingrid Gordon

TENDÊNCIAS. A anulação da cor é uma das vertentes atuais da ilustração infantil, aqui bem patente num trabalho da belga Ingrid Gordon

Uma das maiores e mais prestigiadas ilustradoras dos últimos tempos, a checa Eva Pekárková, resume o valor do livro ilustrado numa frase só. Diz ela que "um livro ilustrado é primeira galeria de arte que uma criança vê". De facto é assim. Mas é ainda muito mais. A ilustração é apelativa por natureza. E é por isso a primeira aproximação da criança ao livro, à história, à fruição e à arte. Nesse sentido funciona como um meio absolutamente livre e de acesso fácil capaz de trabalhar como nenhum outro objeto a educação do gosto.

Num sentido ainda mais lato, a ilustração infantil é uma plataforma essencial para o desenvolvimento da criança, quer em termos cognitivos, quer no que respeita à sua adesão à leitura e à descoberta. É fundamental também para a criação de uma base cultural mais sólida e de um apetite pelo conhecimento.

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