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Polémica em França sobre ver ou não ver a barbárie

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TERRORISMO. O documentário “Salafistes” retrata com violência extrema a vida e a ideologia dos grupos extremistas no Magrebe

d.r.

A França está dividida entre os seus valores de sempre e o medo do terrorismo. Debaixo de uma polémica acesa, o filme “Salafistes”, que acaba de chegar às salas, veio pôr em questão a liberdade de expressão no país do politicamente correto

Muçulmano, com dupla nacionalidade - francesa e mauritana -, o jornalista Lemine Ould M. Salem teve autorização para filmar e entrevistar um alargado conjunto de terroristas de grupos extremistas como o Estado Islâmico e a Al-Qaeda. E não hesitou. A porta de entrada foi o Mali, mas o território da sua ação foi-se alargando a todo o Magrebe islâmico. Sozinho e de câmara ao ombro filmou, filmou e filmou.

Ao regressar a França, com a ajuda do produtor francês François Margolin, realizou o documentário “Salafistes”. O filme estreou dia 27 de janeiro e a polémica não tem parado de aumentar.

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