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Tensão extrema em Calais, onde nasce uma “selva-chique” ao lado da “selva-selva”

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CAMPO DE TRANSIÇÃO O gigantesco bairro da lata com refugiados conhecido como “a selva”

FOTO ETIENNE LAURENT/EPA

Incidentes com refugiados na cidade portuária do norte de França levam autoridades locais a pedir a intervenção do exército. Migrantes e habitantes em conflito. Forças policiais cercam “a selva”, o miserável bairro da lata onde sobrevivem milhares de pessoas que desejam chegar a Inglaterra

Com chuva e forte ventania, a insalubridade e as desgraças ainda são mais visíveis. Nesta terça-feira, ao fim da tarde, os pés enterram-se na lama das ruas, ruelas e recantos do imenso labirinto de tendas plastificadas e barracas de madeira que é “a selva”, como a área é conhecida.

São milhares os refugiados e migrantes (quatro mil, segundo as autoridades, oito mil, segundo organizações humanitárias) que aqui vivem e se aboletam como podem, alguns deles desde o aparecimento do bairro da lata, há cerca de dois anos. Há crianças que já aqui nasceram, vivendo por vezes no seio de famílias numerosas em condições sub-humanas.

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