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Polémica: clubes da II Liga não vão ser obrigados a usar chineses

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APERTADO. Pedro Proença ombro a ombro com representantes da Liga chinesa

d.r.

Ao que jogam a Ledman e Pedro Proença neste acordo para o patrocínio da II Liga? Ainda se está por descobrir. Há uma certeza: a FIFA não permitiria a tal taxa de utilização de futebolistas chineses

Primeiro, o bater de asas. Na segunda-feira à noite, a Ledman, empresa chinesa de lâmpadas LED, anunciou que tinha chegado a acordo com a Liga Portuguesa para o patrocínio da II Liga a partir de 2016-17. Até aqui, tudo bem. Só que o contrato, segundo o comunicado, obrigava à inclusão de 10 jogadores (um por equipa) e 3 treinadores-adjuntos chineses e uma taxa de utilização dos futebolistas a especificar.

Além de estranhas, estas cláusulas eram ilegais à luz dos regulamentos FIFA, que proíbem a ingerência de terceiros nas contas e gestão dos plantéis dos clubes [ver em baixo].

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  • Futre tinha razão, os chineses vêm aí

    A Ledman, uma empresa chinesa, fechou um negócio com a Liga Portuguesa. Vai enviar para os clubes portugueses dez futebolistas e três treinadores adjuntos e a Liga tem de “garantir uma taxa de utilização dos jogadores e comprometer-se a elevar o nível dos atletas chineses”