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Regresso ao passado?

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DÚVIDAS. Casos do Novo Banco e do Banif e reversão de privatizações, nomeadamente, contribuem para a desconfiança dos investidores

nuno botelho

A onda de vendas que atingiu a dívida soberana portuguesa é um dos sinais fortes da desconfiança dos investidores em relação a Portugal. Decisões no Novo Banco e Banif, reversão de privatizações, Orçamento do Estado e incerteza política ditam divórcio, numa altura de teste aos nervos nos investidores nos mercados a nível mundial

Os juros da dívida portuguesa a 10 anos estão próximos dos 3%. Isto apesar da existência de um programa de compras do Banco Central Europeu (BCE). A Bolsa portuguesa cai ligeiramente mais do que as pares europeias. Os investidores estão desconfiados.

Hoje o dia foi de recuperação tanto no mercado de dívida como na Bolsa. Mas as dúvidas persistem.

“De facto, a recente onda de vendas na dívida soberana portuguesa é preocupante, já que a Moody’s nem sequer emitiu uma declaração crítica na passada sexta-feira”, diz David Schnautz, diretor e estratega do Commerzbank, em Londres.

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