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Nem só de gatos pardos se faz a noite, também há pessoas

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nuno botelho

Selma é dançarina. Pedro é taxista. Hugo é subcomissário da PSP e João é jornalista e pivot na SIC Notícias. Não se conhecem. Em comum: o horário de trabalho, quando a maioria da população portuguesa está a dormir. E as poucas horas de sono, porque o dia também merece ser vivido quando o sol está lá no alto. Como é que se vive de noite e de dia? Com esforço e habituação. Palavra de noctívago

André de Atayde

André de Atayde

Texto e vídeo

Jornalista

Nuno Botelho

Nuno Botelho

Fotos

Fotojornalista

Bar La Siesta, 20h45. Chega em passo rápido. As viagens Lisboa-Vale de Santarém, ida e volta, também fazem parte da sua jornada. A volta é no comboio das 6h14. Entre “comprar o pequeno-almoço aos miúdos” e chegar a casa, batem as 7h20.

“Tenho uma profissão como qualquer outra”, Selma, dançarina. Trabalha das 21h às 6h.

No La Siesta o jantar está pronto. No espaço que também é conhecido como "Casa da Kikas", as raparigas que lá trabalham comem juntas. "É como uma família", garante Selma.

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