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Fantasma Bial não trava avanço da medicina

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Alberto Frias

Investigadores garantem que a morte de um voluntário saudável num ensaio clínico da Bial em França poderá obrigar a mudar as regras. Mas o progresso da ciência continua a ser mais importante para salvar vidas

Vera Lúcia Arreigoso

Vera Lúcia Arreigoso

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Alberto Frias

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O meu médico disse que aderi ao ensaio como uma avalanche. E faria tudo outra vez. Sem qualquer dúvida”. É assim, sem hesitações, que Catarina Viegas garante que voltaria a participar em um ensaio clínico. Há cinco anos, atendeu à chamada do seu médico. Chegara a um impasse porque a medicação que tomava para minimizar os efeitos da artrite reumatoide perdera a eficácia. “Por que não?”, indagou-se e aceitou. Sem pedir opinião a ninguém, decidiu que precisava de ir à procura de uma melhor qualidade de vida.

Tomada a decisão, passou a deslocar-se todas as semanas ao hospital e, de cada vez que lá ia, fazia análises ao sangue e à urina. E testes de gravidez. “Fui bem avisada de que não poderia engravidar durante o período em que decorresse o ensaio”, explica.

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