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Menos obstáculos a um possível acordo “à portuguesa”

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SIM, MAS... Mariano Rajoy, o ainda chefe do Governo (de gestão), deverá ser convidado a formar Governo. Mas conseguir apoio parlamentar para ele é outra história...

ANDREA COMAS

A maioria da população não deseja a repetição das legislativas de 20 de dezembro. PSOE e Podemos parecem rumar ao acordo. O Podemos, terceiro nas eleições, deixou cair a exigência de haver grupos parlamentares diferentes para si e para os partidos aliados

Angel Luis de la Calle

Angel Luis de la Calle

Correspondente em Madrid

Um mês após as eleições legislativas em Espanha, não há avanços significativos no complicado processo de formação do Governo. Ninguém parece ter a chave da governabilidade do país em nenhum quadrante do espetro ideológico nacional. O escrutínio de 20 de dezembro pôs fim ao bipartidarismo tradicional e fez emergir novos e pujantes partidos, demonstrando a vontade de mudança de boa parte dos cidadãos.

O resultado dessa ida às urnas criou a necessidade de acordos, pactos e negociações, um cenário pouco habitual na política espanhola. É a essa tarefa que se dedicam, agora, os líderes dos diferentes grupos políticos, até à data com escasso êxito.

Até o Rei se mostra cético em relação à possibilidade de se alcançar num prazo razoável um acordo para empossar um novo Executivo.

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