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Quem está ainda do lado de Merkel?

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EQUIPA? Tudo passa pela chanceler, até a oposição dos seus ministros (Merkel com Alexander Dobrindt na chancelaria)

STEFANIE LOOS / REUTERS

A oposição interna à política de asilo da chanceler aumenta. Angela Merkel não cedeu ainda, porém a aproximação de eleições locais em três Länder importantes, em março, faz temer a leitura das intenções de voto reveladas pelas sondagens. A CDU-CSU está a perder terreno

Cristina Peres

Cristina Peres

Jornalista de Internacional

Quem está realmente ainda na equipa de Merkel e quem joga contra?”, pergunta a edição desta terça-feira do tabloide “Bild”. O lead do artigo resume em pouco mais de quatro linhas a atualidade da política alemã. Angela Merkel opõe-se às críticas, mas a pressão cresce. A luta da chanceler pela sua política de refugiados está cada vez mais difícil. Há críticas no SPD [sociais-democratas, parceiros de coligação no Governo] e até no seu próprio partido. E na Europa não surgiu até agora qualquer sinal de união.

Seis meses depois do início do grande fluxo de entrada de refugiados, requerentes de asilo e migrantes, a Alemanha já não pode mostrar ao mundo uma “cara amigável”. Esta frase usada pela chanceler a partir de agosto do ano passado está condenada, assim o defendeu esta terça-feira o ministro federal dos Transportes e das Infraestruturas Digitais, Alexander Dobrindt. A declaração vale por si, porém acresce a importância de a recomendação partir de um ministro do Governo e membro da União Social Cristã (CSU).

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