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Acidente fatal com medicamento português: três inquéritos, todas as hipóteses em aberto

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POSIÇÃO OFICIAL. A ministra da Saúde francesa, Marisol Touraine, antes das declarações feitas em Rennes na sexta-feira. A ministra defende que “não há razões para parar ensaios clínicos”

STEPHANE MAHE/REUTERS

Investigações oficiais francesas sobre incidente fatal em teste de medicamento da Bial num laboratório de Rennes deixam em aberto quer a hipótese de ter havido um problema com a molécula do laboratório português, quer uma falha no protocolo da sua administração pela Biotrial, responsável pelo ensaio clínico em França. Quatro doentes continuam hospitalizados

Devido à morte neste domingo de um voluntário na sequência de um ensaio clínico de um novo medicamento da farmacêutica portuguesa Bial e à hospitalização desde a semana passada de outros cinco com problemas neurológicos, as autoridades francesas abriram três inquéritos oficiais, que deixam todas as hipóteses em aberto.

Um dos processos é criminal e foi entregue à polícia judiciária e ao polo “saúde” da guarda nacional republicana francesa (“gendarmerie”). Os dois outros visam o grupo Biotrial, baseado em Rennes, capital da região da Bretanha, no noroeste da França. Um deles, lançado neste sábado pelo ministério da Saúde, inspeciona as condições da intervenção, neste caso, do laboratório francês especializado na realização de testes por conta de fabricantes internacionais de produtos farmacêuticos. O terceiro, “uma inspeção técnica”, foi iniciado na sexta-feira nas instalações da Biotrial.

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