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A ministra que levou o mar na mala

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TSUKIJI. O maior mercado de peixe do mundo, onde Assunção Cristas assistiu ao leilão de atuns vindos de Olhão

FRANCK ROBICHON

No verão de 2014, fomos ao Japão com a então ministra Assunção Cristas. Contámos como ela trabalhava, como pensava e como conciliava o papel de governante com o de mãe. Já então com uma certeza: “Estou na política para ficar”. Esta é uma reportagem sobre mar e sobre peixe e sobre uma ministra. Mas é mais que isso. É um texto que retrata na perfeição quem é Assunção Cristas, que agora quer suceder a Portas na liderança do CDS

Filipe Santos Costa

Filipe Santos Costa

Jornalista da secção Política

A primeira vez, consta, foi por acaso. Há muitas versões da história, mas a mais comum tem três marinheiros, um barco de junco e uma “tal tormenta” que os leva para uma “ylha a que chamam os Japões, de que tanto falam as escripturas, e suas riquezas”. Em 1543, contam os compêndios, o mar levou os portugueses ao Japão.

Em 2014, volta a levar. Se não como meio de lá chegar, como motivo para lá ir.

Depois de Oslo, Tóquio foi a segunda escala do Roteiro do Mar, que levará Assunção Cristas a países com potenciais investidores no mar português. O Japão e as “suas riquezas” (130 milhões de habitantes, terceira economia mundial) continuam a atrair os navegadores da globalização.

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