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De 1976 até hoje, quanto dinheiro gastaram os candidatos a Belém?

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A campanha mais cara de sempre foi a de Soares há uma década, em 2006, mas não ganhou

RUI DUARTE SILVA

Em cinco das oito eleições presidenciais desde 1976, o candidato que mais dinheiro gastou foi o que venceu. Mas isso não chega para dizer que há uma correlação: há “exceções significativas”, como a campanha de Soares em 2006 - a mais cara de sempre e que não lhe garantiu a vitória. O Expresso recolheu os totais de despesas de campanha apresentados por todos os candidatos a Belém nos últimos 40 anos e foi ver o que mudou na forma como se olha para as contas de umas eleições

Raquel Albuquerque

Raquel Albuquerque

Texto

Jornalista

Sofia Miguel Rosa

Sofia Miguel Rosa

Infografia

Jornalista infográfica

3 de maio de 1976. Pouco mais de um mês antes das primeiras eleições presidenciais pós-25 de abril, saía um decreto-lei onde se lia: “Cada candidato não poderá gastar com a respectiva candidatura e campanha eleitoral mais do que a importância global correspondente a 2500 contos, salvo as despesas de correio em montante a fixar pela Comissão Nacional de Eleições.”

Não era a primeira vez que se definia um limite de despesas de campanha – já em novembro de 1974 outro decreto-lei tinha criado algumas regras aplicáveis às eleições Constituintes de 1975. Mas a que se aplicaria às primeiras presidenciais atualizava os valores e voltava a lembrar que os candidatos tinham de contabilizar receitas e despesas, e apresentar as suas contas.

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