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Afinal, quem é o responsável pelo “pára-arranca” na Educação?

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Tiago Brandão Rodrigues, ministro da Educação

PEDRO NUNES / LUSA

O ministro da Educação estreou-se esta quarta-feira na Comissão Parlamentar de Educação. Explicou as vantagens do novo modelo de avaliação no ensino básico e garantiu estar apenas a repor o sistema que vigorava antes da rotura introduzida por Nuno Crato. O secretário de Estado da Educação foi mais longe e disse que a instabilidade no setor da Educação era um “mito” que precisava de ser desfeito. Em baixo, pode ver tudo o que foi sendo mudado desde 2000

As primeiras críticas surgiram na semana passada pela voz do ex-ministro e presidente do Conselho Nacional de Educação (CNE). Perante o anúncio de novas alterações na avaliação dos alunos do ensino básico, David Justino criticou o constante “para arranca” na Educação.

“É bom que as forças políticas percebam que ao mexer na avaliação estão a mexer no sistema e que estar sempre a mudar retira a confiança. De futuro seria bom que qualquer alteração ao sistema fosse estudada e minimamente consensualizada. Isto dirige-se não só ao que foi feito agora, mas também a ações de governos anteriores”, declarou o presidente do CNE durante a apresentação do parecer deste órgão consultivo sobre este tema, na passada quinta-feira. No final de Novembro, os exames do 4º ano tinham sido eliminados por via do Parlamento. E no dia seguinte iriam ser conhecidas as restantes alterações propostas pelo ministro da Educação, Tiago Brandão Rodrigues.

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