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Uma campanha confortável

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CAMPANHA Maria de Belém, a provar a tradicional bifana que tem o nome da terra, em Vendas Novas

lucília monteiro

Maria de Belém visitou três hospitais e quatro instituições sociais em três dias de campanha. Uma aposta deliberada da mulher que foi ministra da Saúde e vice-provedora da Santa Casa

Cristina Figueiredo

Cristina Figueiredo

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Jornalista da secção Política

Lucília Monteiro

Lucília Monteiro

Fotos

Fotojornalista

Maria de Belém não liga ao conselho para "não voltar ao lugar onde se foi feliz". Está sempre a voltar: aos lares de idosos, aos hospitais, às misericórdias, aos lugares onde, reconhece, se sente "confortável". Não é feitio, é estratégia: "Potenciar o seu espaço natural de inserção", admite um dos seus conselheiros políticos.

Em três dias de campanha eleitoral, Maria de Belém visitou três hospitais e quatro instituições sociais. No Instituto Português de Oncologia do Porto, esta manhã, os jornalistas perguntaram-lhe o porquê da "monotonia" do programa, se era por que se sentia "confortável" naqueles ambientes que conheceu tão bem enquanto vice-provedora da Santa Casa, administradora do IPO de Lisboa, ministra da Saúde (do primeiro Governo de António Guterres). Ela assumiu que sim: que era por que se sentia "muito confortável", mas também por entender ser "muito importante dar voz aos mais frágeis e mostrar, na prática, como é que isso se faz".

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