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Cautela após mau arranque de ano nas Bolsas

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INTERVENÇÃO. As autoridades chinesas agiram para travar a onda de vendas e, para já, foram bem sucedidas

LI SANXIAN/REUTERS

Os investidores mantiveram-se hoje em modo de aversão ao risco depois do tombo registado ontem nas Bolsas mundiais, desencadeado pela turbulência no mercado chinês. Tensões no Médio Oriente não ajudaram a restaurar a confiança dos investidores

No rescaldo da forte queda registada ontem nas Bolsas a nível mundial, o sentimento de cautela e aversão ao risco prevaleceu hoje. Ontem as Bolsas europeias tiveram o seu pior arranque de ano de sempre e nos Estados Unidos os principais índices não registavam um início de ano tão mau desde 2001, segundo dados da Reuters.

A turbulência no mercado chinês, o abrandamento do crescimento económico e as tensões no Médio Oriente, na sequência do corte de relações entre a Arábia Saudita e o Irão, pesam no sentimento.

O índice Stoxx Europe 600 subia 0,3% a meio da tarde de hoje (15h45), enquanto em Wall Street os principais índices oscilavam entre terreno positivo e negativo desde a abertura. Em Lisboa, o índice PSI-20 caía 0,7% à mesma hora.

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