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Mais de 700 seguranças ilegais detidos desde 2010

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SUBMUNDO Autoridades investigam grupos de segurança, como os da SPDE que estão agora detidos, por crimes de associação criminosa, extorsão, coação ou ofensa à integridade física

FOTO RUI DUARTE SILVA

A Operação Fénix, cuja acusação foi hoje conhecida, é uma das mais importantes investigações aos negócios ilegais da segurança privada dos últimos anos. Pinto da Costa é um dos 57 acusados

Cais do Sodré, pico do verão de 2014. Há um ano e meio, dava início uma das mais complexas investigações ao submundo da segurança ilegal, depois da queixa feita pelo dono de uma discoteca lisboeta, a quem uma dupla de vigilantes da empresa SPDE terá tentado extorquir dinheiro. Dias depois, a operação policial estendia-se ao Porto, onde esta empresa, liderada por Eduardo Silva, dominava o negócio da segurança noturna. Agora, o homem que também organizava a segurança do FC Porto (a dirigentes e jogadores), está no centro da acusação da Operação Fénix. Também o presidente portista, Jorge Nuno Pinto da Costa e Antero Henrique, vice-presidente do FCP e diretor-geral da SAD do clube para o futebol, se encontram entre os 57 arguidos acusados pelo Departamento Central de Investigação e Ação Penal (DCIAP).
Apesar da importância da Operação Fénix, os treze homens da SPDE detidos nas buscas de 2 de julho de 2015 representaram apenas uma pequena parte do total de seguranças apanhados pelas autoridades durante todo o ano passado: até outubro, tinham sido detidas 60 pessoas pela PSP contra 30 no ano anterior.

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