Siga-nos

Perfil

Expresso

Diário

CoderDojo. Já existe uma maternidade para futuros Marks Zuckerbergs

LIBERDADE Uma sessão de programação no SWICN Computer Clubhouse, em Dublin. Na rede CoderDojo são as crianças que decidem o que querem aprender

FOTOS CATARINA LARCHER

Um estudante irlandês fundou um movimento para que miúdos dos 7 aos 17 aprendam a programar de forma livre e gratuita. Em três anos, o Coder Dojo espalhou-se por mais de 60 países. Incluindo Portugal

Em Dublin, a poucos metros da fábrica de cerveja Guinness, por detrás de uns muros altos, o momento parece ser de diversão. No pavilhão pré-fabricado do SWICN Computer Clubhouse, mais de 20 crianças estão concentradas numa sala grande, no segundo piso. É final de tarde de quarta-feira e a sessão semanal de CoderDojo já começou.

Há computadores de diferentes formas e feitios e as mesas não respeitam a organização habitual das salas de aulas. Estão arrumadas junto às janelas, a toda à volta, deixando muito espaço vazio no meio para as pessoas circularem ou para montarem pequenas experiências tecnológicas. Robôs, câmaras assentes em tripés, combinações de hardware.

Para continuar a ler o artigo, clique AQUI