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“Diários de Anne Frank”: domínio público público só em 2050

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TESTEMUNHO Anne Frank passou dois anos escondida dos nazis num anexo em Amesterdão. O diário onde relatou essa experiência sobreviveu-a.

FOTO D.R.

Pensava-se que a 1 de janeiro o diário escrito pela adolescente alemã iria ficar disponível a quem quisesse divulgá-lo. Porém, a Fundação Anne Frank tomou uma decisão polémica: prolongar o controlo do copyright, sob o argumento de que os “Diários”, tal como os conhecemos, são afinal uma versão de Otto Frank

Anne Frank morreu há 70 anos, em 1945. Foi vítima provável de uma epidemia de tifo em Bergen-Belsen, o campo de concentração para onde fora deportada desde Amesterdão. Se a conhecemos, se o seu nome saiu do anonimato em que milhões de outros permaneceram, é graças ao diário que escreveu enquanto a família permanecia escondida no anexo de um prédio na capital holandesa, ocupada pelos alemães. E graças às mãos que o guardaram quando uma denúncia a entregou aos nazis. Otto Frank, pai de Anne, foi o único sobrevivente do clã. Resistiu ao internamento em Auschwitz e, no fim da guerra, regressou a Amesterdão na esperança de reencontrar os seus. Porém, o que encontrou foi o diário da filha.

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