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“Acabei de abrir uma garrafa de champanhe para celebrar a vitória da guerra da TAP”

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Acaba de comemorar o recuo da privatização da TAP e, hoje à noite, tem no cinema São Jorge a antestreia de “Amor Impossível”, que irá para as salas de cinema quinta-feira, dia 24. Conversa sobre amores impossíveis e batalhas ganhas, com o António Pedro Vasconcelos realizador das causas polémicas que criou a associação Peço a Palavra para promover uma cidadania ativa

CINEMA. António Pedro Vasconcelos, de 76 anos, realizou o primeiro filme em 1973

CINEMA. António Pedro Vasconcelos, de 76 anos, realizou o primeiro filme em 1973

ANA BAIÃO

Este é a sua décima primeira longa-metragem e um regresso ao tema do amor. Este amor como é?
Partiu de uma coisa livremente inspirada num episódio real que, por coincidência, aconteceu ali perto de Viseu na mesma região onde acabámos por filmar, e que foi A história de paixão,muito intensa e violenta entre dois jovens. Acabou tragicamente, com ela assassinada com um taco de beisebol. Este foi o acontecimento que inspirou guionista com quem trabalho sempre, o Tiago Santos. Tudo o resto é fruto da nossa imaginação.

E como paira no filme a sombra desse episódio?
Há um casal de inspetores da judiciária, um homem e uma mulher, ele casado, ela solteira, que se descobre terem também têm uma relação. Há neles um eco da história dos jovens e foi este paralelo que me interessou a partir da ideia original.

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