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“Nós, socialistas, podemos nem estar na segunda volta das presidenciais”

CELEBRAÇÃO Uma adepta da Frente Nacional na noite eleitoral deste domingo, na sede do partido

Forte votação de Marine le Pen nas regionais francesas provoca crise na direita e no PS. Em Os Republicanos, os moderados criticam abertamente Nicolas Sarkozy. No PS, os contestatários passaram ao ataque. “Temos um Governo que continua a dividir o seu campo”, diz ao Expresso o deputado socialista Pascal Cherki

Analistas franceses preveem uma “catástrofe” a breve prazo, em França. Com a Frente Nacional (FN) a alcançar votações recordes jamais vistas na história deste partido – 6,8 milhões de votos na segunda volta das regionais deste domingo – é de uma ameaça de “desintegração” da “máquina democrática” que se trata, escreve o jornal “Le Monde”, em editorial.

Em questão está o facto de a classe política dirigente francesa do topo – o Presidente, François Hollande, o primeiro-ministro, Manuel Valls, e também o chefe da oposição de direita e antigo Presidente, Nicolas Sarkozy – ter reagido aos resultados da segunda volta com pouco mais do que um suspiro comum de alívio. Como se o episódio de os eleitores terem travado a chegada da FN à presidência de algumas regiões fosse suficiente para garantir a tranquilidade e a paz eterna na democracia francesa.

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