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Costa enfrenta primeiro desacordo

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CONCERTAÇÃO. O primeiro-ministro presidiu pela primeira vez a uma reunião dos parceiros sociais

LUÍS BARRA

António Costa levou, hoje, uma proposta de aumento do salário mínimo para os 530 euros a partir de janeiro. Patrões e CGTP estão contra. Comunistas também. E até Mário Centeno tem dúvidas. É o primeiro desacordo deste Governo?

O líder comunista deixou claro: “O PCP considera que é de inteira justiça e profundamente necessário” manter a proposta de aumento do salário mínimo nacional para os 600 euros. A medida consta do programa eleitoral, faz parte das reivindicações da CGTP e Jerónimo de Sousa promete que os comunistas lutarão “para que seja alcançada”.

A tomada de posição do secretário-geral comunista não podia ser mais oportuna. Jerónimo falou aos jornalistas na sede do PCP, horas antes de António Costa ir à sede da Concertação Social, pela primeira vez como primeiro-ministro, para dar início às negociações para aumentar o salário mínimo nacional.

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