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A “voz” nasceu há cem anos

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Este sábado passam cem anos sobre o nascimento de Frank Sinatra. Há quem nele reconheça a maior voz da história da música pop e a sua obra em disco sublinha de facto esse estatuto. Cem anos depois, o menino que nascia num andar de um prédio de apartamentos de um bairro pobre de Hoboken é lembrado com uma multidão de novos lançamentos. E a sua música e imagem continuam a gerar descendências e momentos de homenagem e admiração

Uma das primeiras grandes edições discográficas de 2015 revelava, agora interpretadas por Bob Dylan, uma série de canções que em tempos a história fixou com uma outra voz. A “voz”, como lhe chamaram. Este poderia parecer o par mais improvável há precisamente 50 anos, quando, em pleno 1965, Frank Sinatra registava em “September of My Years” um impressionante retrato pessoal sobre o envelhecimento, a propósito dos 50 anos de vida que então o seu calendário assinalava.

Esse era, para Bob Dylan, o ano de “Bring it All Back Home” e de “Highway 61 Revisited” e, claro, do seu primeiro concerto com guitarras elétricas que incomodara a placidez instrumental do mundo folk e que contribuiria para juntar episódios determinantes à história da música popular.

Cinquenta anos depois, a propósito da passagem do centenário de Sinatra, Dylan venceu o que então parecia ser um fosso distante.

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