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“A grande coligação é fatal para a democracia europeia”, diz António Costa

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A VIRAGEM. Foi na madrugada de 7 de novembro que a Comissão Nacional do PS mandatou António Costa para realizar reuniões com todos os partidos, estabelecendo as bases da mudança

Líder do PS escreve prefácio para livro de Porfírio Silva “E agora Esquerda?”, onde acentua que a falta de alternativa não só mata a democracia como fortalece os extremismos. O autor é membro do secretariado nacional do PS

Luísa Meireles

Luísa Meireles

Redatora Principal

A ideia defendida por António Costa é que o regime de “grande coligação” que vigora na Europa, em parte por força da construção específica do modelo, “revela-se fatal para a democracia europeia”. E afirma: “a ideia de que ‘não há alternativa’ mata a democracia e fortalece os extremismos, os nacionalismos, as pulsões antieuropeias ou secessionistas”.

O atual primeiro-ministro considera que, neste modelo, as “linhas de confrontação política nacional tendem a diluir-se na indiferenciação” e que esta grande coligação à escala europeia tem consequências na política de alternativas em cada Estado-membro.

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