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Marine Le Pen não foi aos U2 em Paris

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Benoit Tessier/reuters

O diretor-adjunto do Expresso e diretor do Blitz, Miguel Cadete, foi a Paris assistir ao concerto de uma das maiores bandas do planeta. Concerto que tinha sido adiado na sequência dos atentados terroristas

Miguel Cadete

Miguel Cadete

Em Paris

Diretor-Adjunto

Paris, 21h24. A arena de Bercy está completamente cheia. No site oficial diz-se que a sua capacidade pode ir até vinte mil espectadores. Não serão muito menos aqueles que ontem lá estavam para assistir ao regresso dos U2 à capital francesa. Na maior sala de espectáculos de Paris ouve-se então uma explosão ensurdecedora. Nada de mais, era só o momento em que a apresentação dos U2 passava da parte da Inocência, com que começa, para o capítulo da Experiência, com que termina.

Um estrondo que porém não passou despercebido a todos os que ali estavam. Afinal, os U2 voltaram ali porque 23 dias antes morreram 132 “parisienses” durante os atentados de 13 de novembro. 89 foram assassinados por terroristas numa sala de concertos como aquela que apesar dos seus 151 anos de existência, irá ficar como o lugar da maior carnificina da história da música rock.

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