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Advogados ganham braço de ferro e já não são revistados à entrada dos tribunais

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POLÉMICA. Juíza presidente da comarca de Lisboa suspendeu a decisão de fazer revistas a advogados e polícias

MARCOS BORGA

Atentados em Paris e julgamento de um jiadista holandês tinham aumentado os procedimentos de segurança no Campus da Justiça. Juíza suspendeu as revistas depois dos protestos da Ordem dos Advogados

Hugo Franco

Hugo Franco

Jornalista

Rui Gustavo

Rui Gustavo

Editor de Sociedade

Os papeis afixados à entrada dos tribunais do Campus da Justiça, em Lisboa, desde a semana passada, surpreenderam quase toda a gente. A mensagem era clara: “Devido à conjuntura global que a Europa atravessa foi decidido pelas entidades responsáveis pela segurança do Campus da Justiça impor a obrigatoriedade de revista a todas as pessoas que acederem a este edifício, incluindo advogados e agentes da autoridade que não exerçam funções no Campus.”

Era a primeira vez que algo do género acontecia. Até àquele momento, só as testemunhas, arguidos e outros cidadãos que iam assistir aos julgamentos eram obrigados à revista quando passavam pelo detetor de metais. Mas os atentados de Paris e o início do julgamento ao jiadista holandês Gima Her Calunga, detido na prisão do Monsanto, pareciam justificar as medidas de exceção.

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