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Costa confiante. Jerónimo nem por isso

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A discussão do programa do XXI Governo decorreu sob o fantasma da moção de rejeição que PSD e CDS já prometeram apresentar amanhã. Mas foi de confiança (ou falta dela) que se falou sobretudo

Cristina Figueiredo

Cristina Figueiredo

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Jornalista da secção Política

A direita apresentou-se no hemiciclo como prometera, com o discurso afiado e as armas carregadas contra um Governo que considera "ilegítimo" e por isso "ferido de morte", um apoio parlamentar de esquerda que considera ter sido feito por "derrotados unidos" e "às escondidas", um programa que admite ser de "um experimentalismo perigoso". Por isso mesmo se justifica a apresentação de uma moção de rejeição, admitiu o líder parlamentar do PSD, Luís Montenegro.

Que, contudo, não resistiu a desafiar o primeiro-ministro a apresentar uma moção de confiança: porque "não aprovar uma moção de rejeição é diferente". "Se o seu Governo e o seu programa saíram do votos dos deputados e o seu Governo representa sozinho menos deputados (que o PSD), não é do seu interesse ter garantida essa confiança do Parlamento?".

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