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Benfica é peça-chave para a NOS combater ataque da MEO

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GUERRA ABERTA A disputa pelo exclusivo da bola saltou dos relvados para o mercado de telecomunicações. FOTO REUTERS

reuters

MEO já tem princípio de acordo com o Boavista e está a sondar outros clubes com ofertas entre dois a três milhões de euros por ano. Propostas aos clubes mais pequenos duplica o valor dos contratos atuais para emissão de jogos na Sport TV e prevê a rescisão dos vínculos em vigor, que têm duração até à época 2017/18. Benfica assume cariz decisivo para a NOS conseguir responder.

Na gíria desportiva, o posicionamento da Altice, dona da PT Portugal, poderia ser descrito como “uma entrada a pés juntos”. É dessa forma que várias pessoas ligadas ao mundo do futebol, das telecomunicações e do mercado de direitos televisivos estão a encarar a atitude da nova dona do MEO na disputa pelos direitos de emissão de futebol em Portugal.

De acordo com as informações recolhidas pelo Expresso, a ronda de abordagens que a Altice tem feito a vários clubes portugueses de pequena e média dimensão nas últimas semanas inclui, nalguns casos, a duplicação dos valores atualmente pagos pela PPTV de Joaquim Oliveira para a emissão dos jogos na Sport TV (que o empresário detém a meias com a NOS). A ideia é garantir para a MEO o exclusivo destes conteúdos e retirá-los da oferta de concorrentes como a NOS, Vodafone TV ou Cabovisão.

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