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“O fascínio pelas pirâmides está no mistério”

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O Egito é sinónimo de pirâmides. Milhares de anos depois, estas obras faraónicas continuam a fascinar o mundo. Nem a arquitetura e a engenharia modernas conseguiram desvendar os segredos da sua construção. Mas entre tantas teorias, qual é a certa? Fomos falar com especialistas para tentar perceber este e outros mistérios, na semana em que foi revelada mais uma tese

“Tudo ali é impenetrável, quieto, mudo, eterno: o ar, o céu, os túmulos. É de uma beleza bárbara. E tudo aquilo está morto e imóvel com uma grande violência. Caminhamos, calados, sob o peso do sol.” As palavras são de Eça de Queirós. Constam das notas da viagem do escritor ao Egito, em 1869, quando foi acompanhar o amigo Luís Resende na inauguração do Canal de Suez.

O fascínio pela cultura e as pirâmides do Antigo Egito - que integram a lista original das Sete Maravilhas do Mundo e que são visitadas todos os anos por milhares de turistas - continua vivo cerca de 4500 anos depois de serem erguidas. Ao mesmo tempo continua por esclarecer o mistério da sua construção. As primeiras pirâmides datam de 2500 antes de Cristo. Sem tecnologia disponível na altura, como se terá conseguido transportar aquelas pedras enormes e executado a construção? Essa é a principal questão por responder.

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