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Bombardear o Estado Islâmico é destruí-lo?

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DAESH O autoproclamado Estado Islâmico declarou Guerra à França, disse Hollande

reuters

O Daesh está a ser bombardeado pelos americanos há um ano e meio; pelos russos e pelos franceses há dois meses. Mas a estratégia baseada em ataques aéreos não conseguiu (ainda?) destruir o inimigo declarado. Será necessário invadir o território do Estado Islâmico com tropas terrestres? E a que custo?

Helena Bento

Texto

Jornalista

Carlos Paes

Carlos Paes

Infografia

Sofia Miguel Rosa

Sofia Miguel Rosa

Infografia

Jornalista infográfica

Esse exército de fanáticos será destruído”, garante Hollande. “A qualquer custo”, reforça Putin. Mas “será uma campanha longa”, previne Obama. O inimigo comum é o Daesh, o autodenominado Estado Islâmico. Mas as forças que os bombardeiam não são uma coligação, ainda que o Presidente francês o deseje – e pressione.

A estratégia de ataque (primeiro dos Estados Unidos, depois da Rússia, e finalmente de França) tem sido pelo ar, mas a eficácia dessa opção tem sido questionada, sobretudo depois dos atentados de Paris. A geografia das possíveis alianças e o método de ataque estão num momento de transição. Assim como reforçar a ofensiva com mais tropas terrestres.

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