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A etnia e a cor da pele são um tema ou não?

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Pela primeira vez, Portugal tem um primeiro ministro de origem goesa, uma ministra da Justiça negra e um secretário de Estado filho de cigano. Pode ou não falar-se das suas etnias? As redes sociais incendiaram-se esta semana com críticas ao jornalismo que tocou no tema. Em 2008, o Expresso publicou um artigo, que agora republicamos, no qual o assunto era desmistificado e que foi distinguido pela Comissão Europeia

“Discriminar, do latim discriminare, é, etimologicamente, o ato de diferenciar, distinguir, separar”

São a elite negra, indiana, chinesa e cigana de Portugal. Num país de maioria branca, de uma forma ou de outra, a maior parte foi discriminada. Mas há vencedores. Não gostam de servir de símbolo, perdem a cor quando têm êxito, mas aceitam falar das suas vitórias e derrotas.

São muitos, mais do que se vê, menos do que deveria ser. Ao contrário do que se passa nos Estados Unidos, não ostentam as origens para além daquilo a que são naturalmente obrigados quando têm de dar a cara na vida. As diferenças unem-nos, assim como a certeza de que falta um passo político que os coloque no centro das decisões. Ah! E que ninguém ponha em causa a sua portugalidade!

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