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Tudo como era de esperar... Ou seja com crispação q.b.

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d.r.

A tomada de posse do XXI Governo Constitucional não foi uma posse tradicional, mas decorreu de acordo com o guião que muitos esperavam: a crispação prevista, o nervosismo de muitos, a confusão sobre quem é quem entre as dezenas de secretários de Estado

Como seria de esperar, Cavaco não perdoou. Depois de se ter contorcido na cadeira, que disfarçou com um ajeitar do casaco, quando António Costa foi chamado para tomar posse, o Presidente da República começou o seu discurso chamando a atenção para o facto deste novo Governo que hoje tomou posse ter sido “formado na sequência da crise política, aberta pela rejeição do programa do XX Governo onsticional” e terminou-o lembrando que “é um Governo minoritário e não resultando minimamente claro dos doscumentos assinados entre os aprtidos a garantia de durabilidade no horizonte temporal de leguslatura”.

Como se adivinhava, António Costa não se deixou ficar e respondeu que “este é um Governo confiante, não temeroso e de garantia. Discurso que Pedro Passos Coelho não conseguiu aplaudir.

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