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Crise ajudou à expansão do alojamento local

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gonçalo rosa da silva

Nova lei faz amanhã um ano e continua a merecer críticas do setor hoteleiro. Associação do alojamento local saúda o diploma, mas considera que há ainda "arestas a limar". Este sábado, na revista E, leia a reportagem sobre o Airbnb, o site que pôs milhões de pessoas em todo o mundo a dormir em casa de estranhos

Não é à toa que Portugal é um dos mercados com mais propriedades registadas no Airbnb, a plataforma de alojamento local mais popular do mundo: é 11º entre 191 países, com Lisboa em 14.º lugar entre as cidades. A crise económica deu um empurrão, levando a que muitas pessoas abrissem as portas de sua casa a turistas para compensar a queda no orçamento familiar, conta ao Expresso Nathan Blecharczyk, cofundador da startup norte-americana. "O Airbnb foi fundado e descolou durante a recessão [em 2008]. Muitos dos nossos utilizadores iniciais tinham sido despedidos e puderam assim manter as suas casas. Foi nas economias mais atingidas na Europa [como Portugal e Espanha] que tivemos o nosso maior crescimento na base de anfitriões".

A empresa reconhece que Portugal foi também um dos primeiros países a regular esta atividade. Há precisamente um ano, as novas regras do alojamento local (o anterior diploma, mais restritivo, estava em vigor desde 2008) vieram simplificar as condições de acesso e tirar muitos proprietários da clandestinidade. Para legalizar a atividade basta fazer uma comunicação prévia à autarquia, ter atividade aberta nas Finanças e declarar os rendimentos. Até ao momento, foram registados mais de 21 mil imóveis.

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