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“A Ucrânia pós-Maidan não é só dos políticos”

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REVOLUÇÃO. A Maidan Nezalezhnosti (Praça da Independência), em Kiev, durante a revolução que mudaria por completo a Ucrânia, em 2013

STOYAN NENOV / REUTERS

Esta semana assinalam-se dois anos desde o início da revolução na Ucrânia, que alterou por completo o país. A nova ordem que os ucranianos queriam contra a corrupção não chegou, como conta ao Expresso uma das manifestantes da Maidan. Mas a guerra no leste do país e a tentativa de aproximação ao Ocidente vão mantendo este Presidente e o Governo de pé

Cátia Bruno

Cátia Bruno

Jornalista

Naquela sexta-feira, Kateryna Kruk estava no seu local de trabalho, onde era assessora de um deputado da oposição, quando viu o post no Facebook do jornalista Mustafa Nayyem: “Isto vai ser a sério. Alguém está disposto a ir para a Maidan à meia-noite de hoje?”

Nayyem apelava aos habitantes de Kiev que se juntassem a si na Maidan (praça da Independência, a principal da cidade), em reação ao anúncio do primeiro-ministro Mykola Azarov de que a Ucrânia não iria afinal assinar o acordo de associação com a União Europeia. Kateryna Kruk foi uma dos 1500 ucranianos de Kiev que se juntaram ao jornalista naquela noite e inauguraram uma onda de protestos que mudaria por completo o rumo do país.

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