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“Não tem perigo, não tem perigo. O povo é sereno”. Será?

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PARLAMENTO. Houve quem se referisse ao encontro como a "sessão de finados" da coligação

josé carlos carvalho

A efeméride dos 40 anos do 25 de novembro serviu ao PSD e ao CDS para confrontar o PS com a sua história e lembrar esses tempos em que o PCP tinha um pé no governo e outro nos protestos de rua. O então chefe do Governo dizia que “é apenas fumaça”. Será?

Filipe Santos Costa

Filipe Santos Costa

Jornalista da secção Política

À hora marcada – 10 da manhã – estavam no lugar marcado – Sala do Senado, na Assembleia da República – os dois oradores convidados: o general Tomé Pinto e o historiador Rui Ramos. E começaram a chegar ministros (ex e quase ex), secretários de Estado (ex e quase ex).

Deputados do PSD e do CDS é que ainda não havia muitos na sala, apesar de estarem a jogar em casa. E, enquanto a sala não estivesse composta, também não podiam entrar em cena Pedro Passos Coelho e Paulo Portas, os dois líderes da coligação que se propunha assinalar, com pouca pompa e a circunstância possível, os 40 anos do 25 de novembro.

Para quem se reclamava como maioria (ainda que relativa), a vista da Sala do Senado para celebrar uma efeméride que a direita quis tornar simbólica não mostrava uma maioria assim tão impressionante.

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